Leitura em dia

 Além dos projetos entre agulhas, há sempre um (ou mais!!) livros para ler...


Chika nasceu em 2010, poucos dias antes do sismo que devastou o Haiti. Conviveu desde cedo com a miséria e o abandono. Mas aos três anos, após a morte da mãe, a menina conheceu um novo lar: o orfanato gerido por Mitch Albom e a mulher, Janine.

Graças à sua inesgotável alegria de viver, Chika fez de imediato as delícias das outras crianças e das professoras. Mas o Destino reservava-lhe mais um golpe cruel, pois aos cinco anos foi-lhe diagnosticado um tumor cerebral que nenhum médico no Haiti ousou desafiar.

Inconformados, Mitch e Janine deram início à jornada mais dura e ao mesmo tempo mais gratificante das suas vidas: a busca de uma cura para a corajosa menina. Primeiro nos Estados Unidos, e depois por todo o mundo, não houve porta a que não tivessem batido. E Chika foi ocupando cada vez mais espaço nas suas vidas e nos seus corações, ensinando-lhes, com o seu otimismo e humor, que onde há amor, há força para enfrentar até a mais terrível das perdas.

 

 

Roma é um lugar misterioso aos olhos dos pequenos Clara e Pippo. Acabados de chegar com a mãe à cidade, deixaram para trás uma tragédia familiar e o único lar que haviam conhecido. Juntos, trazem pouco mais do que esperança.
Estamos em 1938, Mussolini está no poder e a sombra da guerra agiganta-se no ar…
Quando a mãe desaparece uma manhã, os meninos saem de casa e vão à procura dela. Clara vira para a direita.
Pippo vira para a esquerda.
Será este acaso, esta escolha tão simples, a determinar o resto das suas vidas.
Os irmãos seguem em sentidos contrários e perdem-se.
Ambos têm a sorte de encontrar mulheres generosas que os acolhem. Clara encontra refúgio numa família de classe média cujas fortunas se elevam com o fascismo; Pippo, numa família comunista de classe trabalhadora.
O tempo passa e os irmãos vão sendo assimilados pelas suas novas vidas e rotinas, mas nenhum desiste de procurar o outro. Nem sequer quando a guerra ensombra as suas infâncias e ambos têm de crescer ainda mais depressa do que as circunstâncias haviam ditado.
Num país dividido, num continente em tumulto, conseguirão Clara e Pippo reencontrar-se?
Voltarão um dia a ver a mãe? 

 

 

 

Durante toda a sua vida, Sinead foi atormentada por Patrick, o seu irmão manipulador. Agora ele desapareceu; no entanto, não parou de a perturbar. Quando a sua mãe autoritária a obriga a ir à procura do irmão, Sinead encontra uma série de pistas sinistras que sabe terem-lhe sido deixadas por Patrick. Essas pistas levam-na a Benedict House, um lugar onde o tempo parou e onde nada é o que parece. É aí que conhece James, que também procura respostas para o seu passado atribulado.
Juntos, James e Sinead irão descobrir verdades aterradoras, que irão pô-los à prova até ao limite. Porque Benedict House não pertence aos que estão vivos, e Patrick não olhará a meios para os derrotar… 



A história de Isabel Juliana, jovem herdeira de 14 anos obrigada a casar com o filho do marquês de Pombal, mas que nunca desistiu do seu verdadeiro amor.  Decorre o ano de 1768. D. José reina e o Marquês de Pombal manda.
Sebastião José de Carvalho e Melo decide casar o seu segundo filho, José Francisco, de 14 anos, com Isabel Juliana de Sousa Coutinho Paim, da mesma idade e herdeira de uma imensa fortuna. Mas Isabel Juliana ama Alexandre de Sousa Holstein.
Os dois cresceram juntos, apaixonaram-se, juraram amor eterno. Contudo, a vontade do marquês de Pombal e da avó dela pode mais e os dois jovens vêem-se separados para a vida.
Esta é a história da menina que o marquês de Pombal apelidou de Bichinho-de-Conta e que ousou afrontar o omnipotente ministro numa época em que Portugal inteiro se dobrava à sua vontade.
Forçada a casar, Isabel Juliana não se rendeu. Exemplo de coragem e perseverança em nome do amor, sofreu durante anos enclausurada nos piores mosteiros do reino.
Apesar de terem tudo e todos contra eles, Isabel Juliana e Alexandre nunca desistiram um do outro, mas estariam destinados a acabar juntos? 

 

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