
Tudo começa quando, de repente, Sally se vai abaixo nas ruas de Greenwich Village, em Nova Iorque, continuando, depois, entre outros cenários, numa enfermaria psiquiátrica intemporal de Manhattan, durante os meses mais quentes que afectaram a cidade.
«Sinto-me a viajar sem parar e sem ter onde regressar», diz Sally, no meio de uma explosão de lucidez, ao mergulhar num mundo que o pai não conseguiria imaginar, nem em sonhos.
ATÉ AO AMANHECER é a crónica dessa viagem e dos efeitos que ela provoca nas pessoas que lhe são mais próximas — a mãe, a madrasta, o irmão e a avó e, não menos importante, no próprio narrador.
Na galeria de inesquecíveis personagens de Michael Greenberg surgem uma psiquiatra nada convencional, um doente que é judeu ortodoxo, um professor de Estudos Clássicos afectado pela mania, um produtor cinematográfico e um senhorio com aspirações literárias.
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