
Não costumo ser muito dada a poesia, mas neste caso e como conheço a autora pessoalmente, achei que era uma falha da minha parte se não lesse este " coisas do Tempo", e para que vocês tenham noção, deixo uma pequena poesia do mesmo...
Ninguém me lê
Escrevo histórias que ninguém lê,
pinto imagens que ninguém vê,
qual a razão afinal,
desta minha existência banal?
Se nada depende de mim,
se tudo vive à margem de quem sou,
se ninguém sabe de onde vim,
muito menos para onde vou...
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"A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é." Victor Hugo
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