sábado, 6 de janeiro de 2018

Mini férias produtivas em leitura!




Em 1833, em Lisboa, cinco monges reúnem-se para decidir o destino a dar a uma caixa secreta e à sua chave. Muitos anos depois, uma família ainda as guarda, escondidas do mundo através das gerações. Mas há alguém que entende que é a chegada a hora desse poder lhe pertencer e está decidido a encontra-las e a fazê-las mudar de mãos. Os protagonistas de Inverno de Sombras são seres mágicos, feiticeiros poderosos sedentos de sangue. Entre guerras e lutas, nasce uma história de amor inesquecível. Difícil será distinguir quem são os bons e os maus nesta trama. Numa autêntica caça ao tesouro, as peças vão-se movendo como um jogo de xadrez, com momentos em que o tempo para e é preciso suster a respiração. 






No Inverno mais frio de que há memória na Suécia, um homem, nu e obeso é encontrado pendurado num carvalho solitário no meio das ventosas planícies de Ostergotland. O cadáver apresenta sinais evidentes de violência mas, em volta, a jovem e ambiciosa inspectora Malin Fors só pode constatar como a neve cobriu e ocultou para sempre as eventuais pistas deixadas pelo assassino. A única certeza é  que o macabro achado vai abalar a vida tranquila da pequena comunidade de província e trazer de volta terríveis segredos há muito escondidos.









"Raffaella Moretti, de longe a rapariga mais bonita de Triento, no Sul de Itália, está prestes a casar com o único rapaz que alguma vez amou e que, afortunadamente, é proveniente da família mais rica da cidade. A vida parece sorrir-lhe de tal forma que ela está longe de imaginar que passado muito pouco tempo será viúva e ganhará a vida limpando uma casa que não é a sua. À medida que Raffaella luta para reconquistar a sua felicidade perdida, apercebe-se que há todo um mundo lá fora a que, até então, era alheia. Ao desvendar histórias de engano, mistério, luxúria e amores perdidos, a jovem tenta ajudar as pessoas que a rodeiam. Há Silvana, com a sua paixão mal escondida; Carlotta, a filha do jardineiro, que carrega uma misteriosa dor; e o simpático e gentil dono do Gipsy Tearoom. 

Sem comentários:

Enviar um comentário

"A suprema felicidade da vida é a convicção de ser amado por aquilo que você é, ou melhor, apesar daquilo que você é." Victor Hugo
Um comentário seu é sempre bem recebido, aquece a minha alma com um sorriso...
Obrigado,

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...