terça-feira, 18 de julho de 2017

Escrito na Água, ...

 
Nel vivia obcecada com as mortes no rio.
O rio que atravessava aquela vila já levara a vida a demasiadas mulheres ao longo dos tempos, incluindo, recentemente, a melhor amiga da sua filha. Desde então, Nel vivia ainda mais determinada a encontrar respostas.
Agora, é ela que aparece morta.
Sem vestígios de crime, tudo aponta para que Nel se tenha suicidado no rio. Mas poucos dias antes da sua morte, ela deixara uma mensagem à irmã, Jules, num tom de voz urgente e assustado. Estaria Nel a temer pela sua vida?
Que segredos escondem aquelas águas?
Para descobrir a verdade, Jules ver-se-á forçada a enfrentar recordações e medos terríveis há muito submersos naquele rio de águas calmas, que a morte da irmã vem trazer à superfície.




Em uma das noites mais quentes do ano de 2059, uma ligação da Emergência envia a tenente Eve Dallas ao Central Park, onde ela vai mergulhar de cabeça em uma investigação infernal. A vítima foi encontrada nas pedras, pouco acima da superfície escura e plácida das águas do lago. Não usava roupa alguma, com exceção de uma fita vermelha, feita de gorgorão, atada em torno do pescoço. Suas mãos estão colocadas sobre os seios, em oração. Mas são os seus olhos – removidos com a precisão de quem tem a habilidade de um cirurgião veterano – que deixaram Dallas mais alarmada. Serão os olhos arrancados das vítimas algum tipo de símbolo? Um ritual religioso deformado? Uma recordação especial para o criminoso? Com a ajuda de Roarke, seu marido, a tenente precisa descobrir a motivação do assassino antes que a próxima visão se transforme em um novo pesadelo.

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