domingo, 8 de janeiro de 2017

... Mortal de J.D.Robb

Neste mais recente caso, a tenente Eve Dallas está em busca de um  Casanova cruel com um nefasto
apetite para seduzir suas vítimas antes de assassiná-las. Dante já cortejava sua presa pela internet havia várias semanas quando foi encontrá-la pessoalmente pela primeira vez. Alguns goles de vinho e algumas horas depois, a sua pobre acompanhante estava morta. A arma do crime: a dose de uma droga rara e indetectável, do tipo “boa-noite, Cinderela”, com assustador valor de mercado.
A tenente Dallas passa e repassa em pensamento todas as pistas que descobriu: luz de velas, música romântica e pétalas de rosas espalhadas sobre os lençóis. Um clima de encantamento montado para agradar o sedutor, e não a vítima. Na verdade, ele não pretendia matá-la. Agora, porém, só lhe restavam duas escolhas: fugir e se esconder ou sair novamente em campo para uma nova caçada.




 O luxuosíssimo Roarke Palace Hotel, uma camareira entra na suíte 4.602 para a habitual troca de lençóis e toalhas, mas encontra, na verdade, o seu pior pesadelo: seu assassino, que a estrangula com um fino fio de prata. É mais um ataque do conhecido Sly Yost, apreciador de boa música, bons vinhos
e homicídios. Um assassino de aluguel bem conhecido pela tenente Eve Dallas. O problema é que, neste caso intrincado, conhecer o matador não a ajuda a elucidar o crime, pois existe mais alguém envolvido. Alguém com motivos pessoais. E Eve é obrigada a enfrentar a aterrorizante possibilidade de que o alvo verdadeiro de tudo isso seja, na verdade, o seu marido Roarke.

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